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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sexta-Feira 13!

O dia oficial do terror, em que a maioria vive receosa ao extremo com medo de qualquer imprevisto, a sexta-feira 13 chegou! É quase um feriado no ocidente, já que toda vez que chega, é uma quase festa (à fantasia e de terror). E sempre, junto do Halloween em Outubro, vem com uma tonelada de estreias ou especiais de filmes, séries e jogos seja na TV, ou na Internet (olha a gente aqui).
E queremos abranger todas as partes, falar de tudo do terror! Vamos citar 5 filmes, 5 séries e 3 jogos, só para completar a conta. Então, vamos lá! Preparados?


Cinema:

1: "O Bebê de Rosemary", 1968, de Roman Polansky

Um dos filmes mais comentados pelos fãs do gênero. Somos apresentados a Rosemary e seu marido, que se mudam para um apartamento em Nova York. Ela, grávida, começa a se incomodar tremendamente com os vizinhos e seus hábitos intrusivos. O final é meio controverso, mas não muda a qualidade do resto do filme. Um terror psicológico, e sem focar em sanguinolências. Recomendo!

2: "A Noite dos Mortos-Vivos", 1968, George Romero

Definitivamente, o filme que formou a visão dos zumbis como a temos hoje. Não só isso, como uma parte do cinema de horror. Pessoas lutando contra o mal, no caso, uma horda de mortos-vivos, que misteriosamente se ergue do solo ao redor de uma casa antiga. Clássico dos clássicos dos filmes sobre zumbis, teve várias sequências, todas dirigidas por Romero e todas boas e relembradas. A segunda, "Dawn of the Dead", foi homenageada com o filme "Madrugada dos Mortos", tão bom quanto. Segue-se o trailer:

3: "A Hora Do Pesadelo", 1984, Wes Craven

"1, 2, Freddy is coming for you... 3, 4, better lock your door..."
Enquanto escrevia, minha mente cantava a música que marcou minha infância! Freddy Krueger é um dos maiores vilões de todos os tempos, e até hoje frequenta o imaginário dos fãs do gênero de horror. Elm Street vive um pesadelo. Jovens (um deles é o Johnny Depp) tem sido mortos em seus sonhos por um certo homem com uma luva com enormes garras. Porém, no fim, todos têm uma ligação com o assassino - que retorna tantas vezes, que em 2010 ganhou até um reboot, de gosto duvidoso, mas que eu gosto bastante.

4: "Invocação do Mal", 2013, James Wan

O filme estreou hoje, 13 de setembro, e já está sendo aclamado por todos os que assistem! Até o momento, está nos 96% no Rotten Tomatoes, que mede o porcentual de pessoas que gostaram do filme (tanto público, quanto os críticos). Baseado em fatos reais, o filme conta a história de 2 demonologistas que, em busca de respostas, partem para uma casa mal-assombrada. Lá vivem uma mulher e suas 5 filhas. 5 chances de tudo dar errado. Ou certo, pro nosso lado. Amanhã, dia 14, chega nossa crítica do filme.

5: "Sexta-Feira 13", 1980, Sean S. Cunningham

Um dos motivos do dia de hoje aterrorizar tanto assim aos outros é por causa do famoso Jason. A franquia de filmes sobre ele já tem 11 filmes (e um crossover com Freddy). O primeiro, já tem várias coisas que foram reutilizadas em outros filmes e em suas sequências, como o fato de terem vários jovens, sexo e muita animação, antes de tudo ir por água abaixo e o assassino matar a todos. E voltar, e voltar e voltar até a exaustão da franquia. Jason também teve reboot (na verdade, mais um remake) em 2009.


Séries

1: "Sobrenatural"

Os irmãos Sam e Dean Winchester vivem no imaginário teen dos dias de hoje, principalmente das garotas. E, apesar da série não ser de terror em si, ela é sobre terror e suas criaturas. Prestes a chegar em sua 9ª temporada, os irmãos já enfrentaram cupidos, cavaleiros do Apocalipse, anjos, demônios e até o próprio Satanás. E venceram todos. Claro,por alguns custos (várias vezes, eles já foram para o inferno em si e voltaram).


2: "Dexter"

Vai deixar saudades. O assassino em série/policial Dexter vem ganhando fãs desde sua estreia na TV e não é por menos: sua mente é, digamos, interessante de ser explorada. Como ser o assassino e o cara que ajuda a polícia a achar assassinos? E ainda ter uma família pra complicar seus planos de morte, nunca em vão em si. Mais uma vez, o terror dá lugar ao conforto expresso na tela pelo personagem enquanto este completa seus serviços.


3: "Bates Motel"

Prelúdio do filme "Psicose" do diretor Alfred Hitchcock, a série conta a história do jovem Norman Bates e sua mãe, personagem que - mesmo sem aparecer de verdade - se tornou icônico no longa-metragem e vem sendo muito bem mostrada na TV. Muito elogiada por crítica e público, a série mistura o suspense com o drama familiar e pessoal de Norman - sim, aquele garotinho das "Crônicas de Spiderwick".

4: "American Horror Story"

Pelas palavras de meu amigo Alexandre Sampaio, que também é um dos redatores do blog, uma das melhores séries em tempos ( páreo à páreo com "Game of Thrones). Sua terceira temporada está chegando e parece que será a melhor até agora. Fãs surgem a cada novo post sobre nas redes sociais. E são muitos. AHS é uma das coisas mais comentadas em muito tempo. Terror, pelo terror. Nem parece que foi criada pelo mesmo cara que criou "Glee".

5: "The Walking Dead"

Terror ou drama? Fico com o drama causado pelo terror.
A série não é feita para assustar, ou para amedrontar os telespectadores, e sim, para fazer-los pensar em como o mundo estaria sob essa aura de horror a cada instante. Moda absoluta, e realmente, ótima, TWD nos mostra um apocalipse zumbi aos moldes de Romero, mas ainda mais perigoso. A quarta temporada chega em Outubro, e a AMC pretende estender o seriado até 2021.





Games

1: "Silent Hill"

A franquia de jogos da Konami fez tanto sucesso, que virou filme duas vezes (segundo os fãs dos jogos, muito bem adaptados até à trilha sonora). O ambiente aterrorizante e tenso fazem do jogo uma viagem psicológica assustadora. A cidade de Silent Hill, que não se sabe onde fica, é sempre revisitada e sempre mais medonha.



2: "Resident Evil"

Raccoon City é uma das cidades fictícias mais conhecidas de todos os gamers no mundo. O vírus T, desenvolvido pela Umbrella Corporation tomou a cidade, e ao longo do tempo os Estados Unidos. Mais tarde, o resto do mundo. Mas não como nos filmes protagonizados por MiIla Jovovich, exagerados ao extremo. Tudo tem explicação e as tramas dos jogos são sempre bem elaboradas. Muitos fãs reclamam que a franquia partiu do survivor horor para a ação pura, mas... fazer o quê? Muito mais fãs foram conquistados com a nova geração de ação dos jogos.


3: "Fear"


O jogo em primeira pessoa First Encounter Assaut Recon é basicamente sobre batalhas contra seres paranormais e é até bem elogiado. A trama, bem construída, nos leva numa viagem de medo, sustos e surpresas entre os personagens. Recomendo.
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sábado, 7 de setembro de 2013

O Ataque

Mesmo que não tente ser, o filme é um dos melhores filmes de ação do ano.

O cinema catástrofe de Roland Emmerich dá licença à um tipo de ação mais realística, que alguns têm comparado com "Duro de Matar" e seu John McLane, mas muito pouco tem disso. Novo, visualmente bonito, com uma trama ao mesmo tempo inteligente e clichê, "O Ataque" parece ter saído dos anos 90, mas com uma direção primorosa que leva os novos tempos à tela, mostrando que para se fazer um bom filme, nem sempre tem que se preocupar demais. "Deixe que as coisas rolem". Rolaram, se choraram e explodiram. Aliás, tem um pouco de catástrofe nessa história, sim, senhor.

John Cale e sua filha Emily vão à Casa Branca. A jovem acompanha o pai num mini tour pela residência do Presidente quando, de repente, o 'Palácio Presidencial' é invadido e aos poucos vai sendo explodido (de dentro para fora). A parte mais interessante de tudo, e a coisa de que mais gostei no enredo, foi que não são ameaças terroristas de outros países (como a muito usada recentemente Coreia do Norte). São americanos se rebelando contra seu país. O quê é ótimo, em questões de roteiro. É novo. Difícil demais de se ver e o quê ajuda a tirar parte do preconceito existente com tais comunidades hoje em dia. De dentro para fora. Sendo assim, uma trama que parece simples e clichê - só esse ano, é o segundo longa-metragem com uma invasão ao mesmo local, com um herói salvando o Presidente -, no fim, é bem melhor e maior do que imaginamos.
Entre a tarefa de salvar o líder do mundo livre e procurar sua filha, Cale - muito bem vivido por Channing Tatum -, enfrenta algumas coisas que, sinceramente, nem me lembro de ter visto num ataque à Casa Branca. Uma delas, talvez a que mais se destoa do resto, é uma perseguição de carros. Num jardim apenas. Não é algo que se vê todo dia. É a prova de que a ação é muitíssimo bem colocada, e que não está lá apenas para aparecer. Tudo faz sentido, tudo tem um porquê. Ninguém atira sem um alvo, digamos assim. Talvez a única coisa que se prove ruim no filme, seja a falta de realidade de alguns efeitos visuais computadorizados. Às vezes, o diretor parece fugir do visual o mais real possível que sempre procurou e partir para o lado "vejam, crianças, isso É um efeito visual". Chega um momento em que você pensa que o orçamento deveria estar muito baixo. Mas não. E quando o real precisa aparecer, ele está lá (há uma certa cena computadorizada, em que fica mesmo difícil de acreditar que não aconteceu de tão perfeito).
No fim, a interação entre Barack---, digo, James Sawyer (Jamie Foxx, arrasando como sempre) e Cale é ótima e dá até vontade de ver uma continuação, mesmo que impossível. Pena que Emmerich não é de parcerias à lá Tim e Johnny, pois seria ótimo ver Tatum e Foxx juntos de novo em um filme dele. E todos os coadjuvantes estão bons em seus papéis, dando um quê de realidade, mostrando que trabalhar para o país não exclui vida pessoal.
Ação boa, atuações boas, interações boas e direção primorosa e despreocupada fazem de "O Ataque" um dos melhores filmes de ação em muito tempo sem ter que apelar para mutantes, super-heróis e catástrofes. E por falar em catástrofe, Emmerich poderia dar mais um tempo nisso (depois do péssimo "2012", não sei nem se conseguiria esperar algo bom do gênero vindo dele) e continuar no estilo de agora. Senhor Emmerich, não queremos e nem precisamos de um novo Independence Day.

domingo, 25 de agosto de 2013

O quê esperar do encontro de Batman e Superman nos cinemas?!

Com toda a certeza, algo muito bom.
Depois da confirmação do encontro dos "melhores do mundo" na Comic Con 2013, muitos fãs já começaram a especular o quê poderia ser feito deste filme. Logo após, saíram mais informações, mas que apenas confundiram mais a cabeça dos fãs que esperam o longa-metragem. Segundo a Warner, será um "O Homem de Aço 2", com apenas uma participação do Homem-Morcego. Mas, segundo David S. Goyer (roteirista), será um "Batman Vs. Superman ou Superman Vs. Batman, ainda não decidimos o nome", disse. No anúncio, foi lido um trecho de "O Cavaleiro das Trevas" de Frank Miller, em que Bruce Wayne diz: "eu quero que você se lembre, Clark (...) do único homem que te derrotou". A saga apresenta um Wayne bem mais velho, o quê logo levou os espectadores a achar que no filme seria o mesmo. Nomes como Josh Brolin, Ryan Gosling e até Orlando Bloom foram cogitados ao papel. Mas o escolhido para ser o novo príncipe de Ghotam foi nada mais nada menos que...

Ben Affleck
Sim, o ex-Demolidor, ganhador de Oscar, muitíssimo criticado por muitos, Ben Affleck. O ator e diretor já foi um dos nomes preferidos para dirigir o filme da Liga da Justiça - o quê aparentemente eram apenas negociações para ser um dos heróis do filme. Confirmado nesta sexta-feira, dia 23, logo causou alvoroço no mundo nerd, sendo vítima até de petição online para largar o papel. Ou seja, parece que ninguém gostou.
Mas, desculpem-me, mas vão quebrar a cara. Affleck pode não ser o melhor ator do mundo, ter participado de bombas cinematográficas (Demolidor, Pearl Harbor), mas é uma escolha ótima para o ser o Cavaleiro das Trevas que vai substituir o criado por Christopher Nolan e Christian Bale. Porquê?
Ele tem a idade certa, o porte certo, e consegue ter a cara certa de um Bruce Wayne mais velho, como a DC/Warner quer. Um Batman com cicatrizes de guerra, anos de capa, tendo uma atuação com a carga mais pesada, séria, e bruta. Quase automática. Affleck faria isso muito bem. Além do mais, pense num Batman magro, ou então fora de um porte físico bacana. Não vamos correr esse risco, já que o ator já está malhando forte.
Barba mal feita+algumas poucas rugas= a cara do Batman
E tem mais uma coisa, Ben tem um Oscar por roteiro original e outro por direção. Ele pode muito bem estar ajudando no roteiro de seu primeiro filme como Batman, e também pode até chegar a dirigir os filmes solos/filme da LJA.
Resumindo, muito mesmo, Ben Affleck foi uma ótima escolha. Ponto. Chega de mimimi. Bola pra frente.Ah, só pra constar, Joss Whedon adorou a escolha.



Trama

Apesar de ter dito que não será baseada em nenhuma HQ conhecida, Zack Snyder e S. Goyer têm com certeza várias inspirações para o filme. Algumas histórias poderiam servir de base. Como por exemplo:

O Segredo Revelado (John Byrne, Terry Austin)
Seria muito arriscado, mas poderia dar certo. Na história, Lex Luthor ( quase confirmado no longa) descobre que Clark Kent é o Superman, isto estudando o herói, e também o jornalista. Ao descobrir, Luthor fica confuso e até irritado com o fato de um deus querer viver entre os humanos.
No filme, isso poderia ser ligado ao fato de Kal-El ter destruído meia cidade, sendo ela lotada de empreendimentos da Lex-Corp. Logo, alguém aí nessa história iria ficar muito chateado.

O Cavaleiro das Trevas Em Metrópolis (Jerry Ordway, Dennis Janke, Dan Jurgens, Art Thibert, Roger Stern, Bob McLeod, Brett Breeding)
Um assassino leva Batman até a terra de Superman. Mas os dois não se dão muito bem, além do alienígena (sim, ele é, não reclamem) não ir com a cara dos métodos do humano. Logo, Wanye mostra as trevas da grande cidade à ele. Kal se surpreende com o quê vê, e percebe que nem tudo se resume à grandes vilões, pois às vezes, os maiores perigos estão escondidos.
No filme, o quê vai levar Batman até Metrópolis é o fato da invasão alienígena do qual a cidade foi palco. Além do quê, um satélite da Wanye Enterprises foi destruído no confronto entre Kal e Zod.

O Cavaleiro das Trevas (Frank Miller)
Não é necessário dizer que a HQ é muitíssimo boa, e que todos os fãs deveriam ler, ou assistir aos filmes animados baseados nela. Nela, um Batman mais velho ACABA COM A RAÇA do Superman. Ela é a que mais deve servir de base para o longa-metragem.
"Os Melhores do Mundo", "Inimigos Públicos" e partes dos "Novos 52" também dever servir de base.
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